quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Jardim do tempo.

Jardim do tempo.

André Francisco Gil.
25/02/14.

Uma espécie de jardim onde nenhuma flor se abria.Houve um chamado e eles não ouviam.(Algazzarra de duendes em plena psicodelia).

Morreu num ritual regando com gotas as manhãs.As manhãs eram da cidade.Ás vezes eram de outros dacnômanos.

Jardim de plantas estranhas.Morto na pequena estiagem já feita.Ouse encontrar a felicidade com atenção.

Ia sobre o jardim de época,onde havia o que parecia ser o meu melhor cultivado.Melhor colocar água em minhas plantas-ideias.

Moinho d’água.Silêncio vinha e a janela acolhia sussurros e suspiros quase angelicais.Arte dos dias e você é a mania das pessoas.

Aspersão esfarelada no seco perto de um tempo árido.Todos atravessarão a ponte do tempo com cuidado.

Tirando o cisco do olho.Parecia um pobre ser na janela do amanhecer.Uma maneira de ser sempre sol.

Quase todos na terra como gotas evaporaram.E sobre a calçada da velhinha um poema escrito com giz branco (caucasiano).Ele resiste,ainda não evaporou.Existem caminhos que parecem ser eternizados.Coisa que o tempo não apaga.Sendo o tempo:cruel apagador.