sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Infinito & imortal.

Infinito e imortal/enquanto (im)posto/chama que perdura.

Que seja infinito enquanto durável (oxidável,renovável,reciclável)
que seja imortal posto que é chama viva,centelha divina do amor.

Simplicidade.

Assim o vazio,assim a morte simples/a certeza de que tinha lábios calmos/assim esta facilidade amarga/no espelho do seu coração não tinha tristeza.

Certa simplicidade é espelhada facilmente/tinha morrido pois seu coração tinha parado/tinha um amargo nos lábios/assim calmo,assim triste.

Assim ficam expostas estas amostras/tinha ficado magro e perdido as forças nos braços/este rosto espelhado/hoje olhos frios diante da face da mudança.

Fiquei perdido diante da sua face triste/mostrei gosto pela mudança e mudei/esta força e esta frialdade da alma/assim tinhas esses olhos esbugalhados/assim tinha esse rosto sofrido/assim tinha essa vida cheia de amarguras.

Livro de poemas mágicos.

Hoje é um nobre participante da casa dos espetáculos,da casa da arte/com seu patuá noturno (amuleto da sorte) numa balada antológica/onde diversos paulistanos se expuseram/diversos paulistanos se descobriram:recitadores/outros organizadores musicaram os escritos deste magnífico Stefanni Marion/hoje o seu patuá atrai outras diversidades culturais/casa noturna e seus organizadores paulistanos/a arte (em)balada e escritos em exposição/participante antológico com músicas e poemas de Stefanni Marion.

Editados os seus pormenores,poemas escritos com batom nos vidros dos banheiros asquerosos e fedorentos/antologia planetária de um vermelho catalão na capa dos livros/antologia placentária/antologia uterina/no universo dos hussardos vidros públicos estilhaçados/os literários (sábios) chegam ao inventário do projeto voluntário do banheiro/universo literário,universo proletário/chegam os hussardos com seus pormenores antológicos publicados/vidro vermelho editado no banheiro/antologia dos pormenores e projetos públicos de recitais urbanos/edição vermelha,inventário temporário/o batom da Catalunha/a morena e suas unhas/livro de poemas mágicos.


domingo, 19 de outubro de 2014

Escritos indecisos dos dias.

Há dias em que hesita indecisa a minha escrita bonita.
Eu?Escrito.Eu:escritor que rabisca (arrisca) algumas linhas.
Que ao dar passos ainda hesita porque não acredita.
Escritos indecisos dos dias.
Só um forasteiro estrangeiro passageiro mochileiro aventureiro que fica.

Eu dou os primeiros passos,eu fico com a escrita porque sou escriba.Arriba.
Em meus dias de passageiro não hesito com meus escritos.
Para um estrangeiro a minha escrita ainda é indecisa.
Para um forasteiro só a fronteira é que divide mas eu atravesso a divisa.
A indecisão é coisa de quem hesita durante toda a vida.

sábado, 18 de outubro de 2014

Ficção-científica/Fricção cienfísica.

Sinto-me parado enquanto o sol se movimenta em sua carruagem flamejante.

Velocidade e buzina num universo que orbita Carl Sagan e Isaac Asimov.

Relaxe com o em(garrafa)mento,você habita a Terra.

Relatividade ignorante aí a Via Láctea é solar e lunar.

Sinta a velocidade,relaxa relatividade,sinta a gravidade.

Ignorante é quem buzina parado no engarrafamento.

Aí é que você vê que não é o único que se movimenta no universo.

Na órbita solar você habita a Terra.

Na carruagem de Carl Sagan só entram os nerds ficcionistas.

Paixão.

“Que venham coisas amigáveis
          e não coisas imprestáveis.

Vou trabalhar com a paixão
e me 
       apaixonar.

Por trás da acomodação
um ser chamado:preguiça
um bicho sem motivação.

Ninguém quis te fazer feliz
mas eu sempre quis.

Vai-e-vem
eu não vou
atrás de ninguém

Trabalho com coisas
que me acomodam
                           coisartesanal.

A paixão é minha amiga
por isso ela me felicita.”

Bis.

querendo saber o sabor assim
passando a língua em mim
eu quero pedir:
- Seja feliz!
Sorria e ouça 14 Bis.

Eu quero te pedir:
-Bis!
quero sentir seu sabor
tua carne não é de isopor
eu mesmo saber não quis
de viver assim tão infeliz.

Coração.

“Coração não pensa,pulsa.

Pensamento pulsante é razão
e não coração.

Pára para pensar o poder não tem alma e nem coração.

Quando o homem não pensa,expulsa.”

Sabestrelar.

Sabestrelar
sabe gritar
oceanou a vida
oceanou o que queria
fez um monte
         de pontes...

entrou num oceano de estrelas
gritou de montão:
- Eu amo a vida!
sabia o que estava fazendo
porque fazia o que queria.

Risco.

um risco de torrentes
                    correntes
               e precipícios...

palavras,pontas & vícios
        (de cigarros)...

línguas suicidas
            lambidas
         nas feridas
   das lambigóias
cheias de lombrigas...

eu preciso só dos chuviscos!

palavra:precipício é uma
palavra suicida...

o risco está na ponta
da língua ou da faca...

eu não preciso de vícios!

eu preciso só dos chuviscos!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Amenidades.

Amenidades.

André Francisco Gil.

03/10/14.

Amenidades são tantas que tornam-se dizeres favoráveis
veneno forte na deleitosa existência dos delitos
tanto tem descido que antes de tomar o antídoto deu um grito
com adocicadas diferenças comprou a verdade.

Nos dizeres existem o antídoto da verdade
tornam-se deleitosos antes de comprá-los
tanto faz se forte ou fraco com tanta diferença
ameniza o veneno ao descer uma gota adocicada de bebida licorosa.

Em outros esôfagos o todo dissemelhante
abaixo dos lábios sou a potencialização da mentira
guardado num convés ao invés de ser fraco e peçonhento
resíduos causam agonia contidos na impotência.

Mentiras dissemelhantes e fracas opiniões que impotencializam
toda a potencialidade peçonhenta contida no veneno da maldição
eu sou o outro a quem a agonia castiga e amedronta
abaixo do esôfago a causa não curada ao invés de guardá-la.

Tóxico alucinógeno e meio dolorido tornaram-se seus aliados
o desconforto da mentira e o soro da verdade para imunizar
sente mais danoso o temor inconstante de sua incredulidade
frescas e leves as mentiras tem enganado os otários e seus retalhos.

Torna-se imune ao retalho da inconstância
minha verdade tem temor e tem consciência
a mentira é um soro meio danoso e venenoso
dolorido desconforto não se sinta assim tão leve
a mentira é um tóxico que te deixa louco.



domingo, 18 de maio de 2014

[ vontade deseja ]

[ vontadeseja ]

André Francisco Gil.
18/05/14.

Andarilha vontadesejando passagens e sabedorias
olhares de leveza me consideram um rei
andarilho dos andrajos,trapos e sacos de sustos
vontade de andar pisando em palavras
sei considerar árvores e andarilhos
sei que sou o rei dos andrajos
essa vontade de olhar esse passado em pedaços
essa vontade de olhar esse passado em trapos
essa vontade de olhar esse passado em frangalhos
vontadeseja levezas e não espantalhos
palavrandarilha assustada e voa como andorinha

dentro da visão humana palavras amuadas
livro novo arrumado precedente de palavras novas
fazedor de aldeias espanta andarilhos
amanhecem andorinhas espantadas nas pedras
as palavras dos livros são fazedores de amanhãs
a aldeia arrumada de andorinhas,romãs e maçãs
o espanto é novo e é humano
a palavrandarilha dorme em sua visão
surge o pássaro que bica pedras
a sua força é sem precedentes...


sexta-feira, 2 de maio de 2014

[ O que preciso ]


[ o que preciso ]

André Francisco Gil.
02/05/14.

Arrancar-me
    rasgar-me
demasiadamente
     matar-me
sem se
 esforçar
sem sequer
 precisar
de tudo
de tanto
sem saber
   suicidar-me
no absurdo
no entanto
   portanto…

tanto esforço pra nada
sequer toquei-te
sequer arranquei-te
     (o hímen)
eu sei do que preciso
            não é preciso
me jogar na cara
     eu sei que preciso
viver sem pudor
 viver sem amor…

feliz tudo se encaixa
        tudo estala
        tudo
           se instala
se fôssemos o que precisamos
eu queria a sua pele
              tatuada
a arte não tem religião
                nem clero
  a arte extravasa
apenas sabemos do mesmo
 se não sabemos
a gente inventa
se amar vale a pena
por que a gente
         não tenta?…

se fôssemos felizes
apenas com o que
        temos
não precisaríamos pedir mais
você sabe que amar
é tudo o que eu preciso
                  te amar já me basta
te amando
                  não preciso
de mais nada…






pólen

[ pólen ]

André Francisco Gil.
02/05/14.

Leva sobre o meu apenas o que colheu.Marítimo,caiu o nunca em suas profundas.
Podas,regas,sobre a minha colheita.Esse voo verdadeiro.Esse sorriso incerto
num anoitecer enluarado.Hoje sou tua areia.Em mim conchas acústicas.Em
mim o mel que jorra quando minha ferida se abre.E firo-me inteiro.As visões
se abrem.Encobre o ser que nunca será assim.Assim se fez feliz e ousou.
Passarinhar tento nesta vida desenhada.E beijar seus lábios de maçã adocicada.
Mar,ser o mar pela sua imensidão.Feridos os meus botões eu voo.A menina na
florescência de minhas flores ajardinadas.Na rocha do passado meu colorido.
Sou colhido como flor.Fiz da vida um mundo cheio de amor.E a morena colheu
o pólen da vida e polinizou…

  

sentir

[ sentir ]

André Francisco Gil.
02/05/14.


Sentir é recordar o gosto leve das emoções
eu quero reviver sentimentos,curtir momentos
dentro da alegria guardar o que é bom e precioso
dentro da alma sentir e reviver
recordar todo sentimento de alegria
quero guardar no peito somente aquilo que eu gosto
boas lembranças e momentos de leveza
eu preciso de emoções raríssimas mas inesquecíveis…



domingo, 20 de abril de 2014

vem me aquecer

- vem me aquecer –

André Francisco Gil.
20/04/14.


Mais mansinho esse dia me envolve
você feito brasa me aquece do frio
e eu querendo esse gostinho de brisa
                                                       vinda de sua boca
vem me envolver
vem me
               aquecer
vem me
               acender
mais paz &
mais amor
Só uma mansuetude diária que me invade.
E a paz diária é feita para repouso.
O amor é brasa no coração.
O amor é brisa neste meu calor.
            A brisa
        que aviva
                         a brasa do amor.
O desamor trouxe frio ao meu coração.
E você gosta de repousar em mim
    e eu gosto de repousar
                                             em Ti.
Você é a paz que eu preciso.
Ao querer se
 envolver neste amor
você trouxe a brasa para
 aquecer.
Se seu coração gosta de paz
eu sou a brisa leve.
Você vem mais mansa
porque repousou em relvas frias.
Me envolvo com brisas mansas
pacificando o repouso em mim.



domingo, 30 de março de 2014

Anti-especialista

Anti-especialista.

André Francisco Gil.
25/03/14.

Praticamente é ele
de fantástica personalidade.
Anti-especialista,um,mais despreparado
despreparo está editando-o agora
ideiais da casa do lobo.
Das histórias,várias
compila o que enquadra
num anúncio.
Comedia-nas todas em disponibilidades
                                      disponível estará ele
diversão pura de paginar o que tem.
Por adquirir,ser poderá editá-lo juninamente.
“Bem,trabalho com mundanos ilustradores
pelo criativo foi encapado e incluído no fórum.”
O livro do quórum místico cheio de estranhabilidades.

.

estrategista

Bravo corajoso estrategista,há mudança de caminho quando há união/ser guerreiro que ganha todas e vence decisivamente/irmão decidido que vence todos os inimigos e ganha “status” de guerreiro destemido/semelhante à luta onde se ganha força na disputa/a vida é um jogo/nós somos os jogadores/cada um com sua técnica/cada um sua estratégia/cada um com seu talento/cada um com seu mérito/a vida é um jogo de xadrez/a vida é um jogo de dominó/o vencedor é sempre um só/perverso museu da sociedade torna o jogo um obstáculo a ser superado/na realidade obstáculos fazem parte do jogo e torna a sociedade um museu de perversidades/vencedor adiante a luta foi dada ao aprendiz que quebra a temeridade/lutando segue em batalhas ditas desnecessárias (pura vaidade)/só vence quem enfrenta/queremos seguir,vamos em frente (enfrente) /a atenção redobrada,melhor para todos/irmão busca possuir olhares em outras buscas e crenças/paz decide filmar sua vitória e assim voltar com o título de guerreiro/fortalecido chegar buscando a capacidade de ser herói somente/bravo,calculista e frio/livros determinados,poderosos,adiantados aos vencedores/curiosa coragem no pensamento do guerreiro em contato com o sangue adversário/desvendar o temor futuro juntos num zoo(i)lógico que chega enjaulando indivíduos/aprender a temer planejamentos/conhecer o ser místico,mortal/adiantar a coragem ao planejar determinadamente a biblioteca do conhecimento humano/seguir exercitando a busca difícil do confronto cinematográfico...


lembranças

- lembranças –


andré francisco gil.
30/03/14.




Um dia de tapera e tapioca
de criança arteira falando,lembrando João velho.
Vô tempera uma fatia de morte.
Dentro da lamparina a prosa iluminada.
Na cama a prosa acamada
na mesa a prosa des(cama)da.
lá fora a prosa des(casca)da.

O bom sempre é deixado para depois
quando a luz se põe a dançar.
Catarina era poetisa
vó das antigas liturgias.

Dentro sobram lembranças do vô quando fala põe o depois na palha e fuma.
Todo João é bom.
Velha luz e prosa antiga na cama da poesia que não está morta
morta está a capacidade de se fazer poesia.
Tapera da vó que tempera a era do vintém e da dança folclórica.
Lamparina Catarina é criança sorrindo de dia
depois de estar dentro dança diariamente um quintal de folia.
Velha vó velho vô
luz da lamparina:lembranças.






- enfrentamento –

andré francisco gil.
30/03/14.


Enfrentar,encontrar escuridão no peito apertado.
Ser cachoeira numa terra estranha de um mundo desconhecido.
Mãe:farol da vida.
Tem de banhar o ser onde poucos mergulham.

Fecunda guerra,sabe do poeta
ser imensidão,ser serra
querer a paz da corredeira
que muitos não alcançam a pé
que muitos não alcançam a nado
que muitos não alcançam a rastejos.

Tem se enfrentado e encontrado o ser ao alcance do sábio de muitos mundos.
Que ao banhar fecunda e faroliza onde quer a luz.
Ser de corredeira e paz,não ser deste mundo imundo.
Na cachoeira a mãe-escuridão bota o poeta para sonhar.
Pé na terra a guerra aperta.
Sobe a serra.
A mãe de muitos mundos.
Imensidão.
A paz do poeta é para poucos.
A poesia do poeta é para loucos.
Enfrentar é encontrar com a escuridão do egoísmo.




entre(linha)s

                                                        - entre(linha)s –

                                                     andré francisco Gil
                                                               29/03/14


                     Amor comecei descrever histórias sábias de poucas escritas
                  literárias,quase encenadas,expressando sempre o muito do todo
                     arca delicada do pensamento em vias confusas quase citadas
               resenha escrita e lida por lábios amarelos,pálidos,isso é um capítulo
                         difícil sorrir entre(linhas) diferentes e confundir o menino
                      diagrama(dor) bobo no ônibus da história da menina que fica
                                  música doida,bela,capítulo começo ler
             escrevendo minimalismos,no mínimo lindos,comecei a leitura do amor
               sonoridades ladeando sorrisos na continuação perdida dos nomes
                 necessidade moça lendo esperança nas páginas que ela recita
            sente coitado fechar-se para casamentos e entendimento de pessoas
                            romÂntico,alto e magro,autor quando começou,lindo
                                     agora emagreceu fumado cigarro cancerígeno
                         entre xícaras cafeínas e livros hipnóticos acabou sumindo...


mensagem

- Mensagem –

André Francisco Gil.
28/03/14.

Calmaria a semente somente desfrutada não enlua nem enluta a visão solar,somente aprecia.De alegrias a traz diariamente cada oposição sua pela beleza da vida e pela tempestade do aproveitamento.Para novidades repletas de horizontes e pontes para levar-nos a caminhos novos visualizados pelo deslumbramento.Desânimo sem sonho para quem sempre acredita é fantasia para quem luta e conquista.

Aproveite para conquistar visualmente suas profecias.Acredite no novo e aprecie a tempestade.Acredite somente em teus caminhos.Não se deixe desviar pela voz amargurada da inveja.Ela é capaz de transformar tudo em pedra.A vida é sempre um sol a brilhar e iluminar.Viva a vida sempre.A lua bela que nos leva a sonhar.Desfrute de horizontes nunca antes vistos.Um dia somente repleto de alegria.A calmaria da paz.


Ninfo (maníaco)

Ninfo (maníaco).
André Francisco Gil.
30/03/14.
Agora mesmo,em si,de perfeita imagem
da busca,da conta,por crescências,por manias.
Forma da ficância pra vir mostrar chamadas contrárias
movimentos em agora mesmo imperfeitos.
No re(página)r,uma noz de um nó cada
tem que enfeiurar a exploradora bizarra.
Falar que o que dando está fanatiza,idolatra.
Mil de mais títulos.
Mil de mais fluidos.
Vibradores até esterilizados
e comida enlatada,
e objetos grudados no vale,então
melhora infame e feio estudante
                   no recreio.
Estudante começou brincadeiras adesivadoras fictícias.
A contar,senhor,sim filmou no escritório
de várias cenas,uma,veio ideal.
Realmente que encenou desta lembrança
e arruinou dias em tendas tendo que estar
calçando mocassim orange.
A toda com tédio,ficando estavam pessoas loucas
as que imaginei então,aí riram do que eu fiz.
Resultou nisso,maníaco.
               Ninfo(maníaco).



Estudo especial sobre o evangelismo

Estudo especial sobre o evangelismo.

André Francisco Gil.
25/02/14.

Ocasionalmente pesquisei o ser e os fatos dentro de minha especialidade a localização dessa parte que até então fora separada.
Aparecem subsequentes citações,amplamente visionárias assim que a abordagem e mais a transmissão dos primeiros artigos tivessem um batimento cardíaco.
Livros redirecionados e redistribuídos,os limites surgiram atualmente,o porém que há em sua frequência é comum nas comunidades seculares.
O mencionado livro quase dentro dos critérios para a crítica levanta o evangelismo de poucos ensaios para informar aos cristãos com todo suporte teológico.
Artigos com ênfase extensiva estão em sua audiência questionando o fórum do consenso a apresentar por segundos além daquilo que concluiu,revelações e sermões.
Que nos incontidos imediatismos em grupo dos críticos sérios para os escritos sobreavisos desenvolvidos com informações turísticas do lugar descrito nas entrelinhas evangélicas.
São anos de evangelho que tem entendido a ciência sobreapoiada no criacionismo em razões que enfatizam a importância do livre-arbítrio.
Verdadeiramente um ensaio com aspecto cristão que foi tendo procura nas comunidades abastadas com um natural convencimento de escritor com certa mobilidade e habilidade na comunicação.
Terremotos terrenos virão no auge dos acontecimentos precedendo o revolucionário,altamente perigoso sobre a separação dos indivíduos imobilizados por formas extraterrenas que chamamos de anjos.
Ou fertiliza-se por completo a tese que identifica o social ou a visão incomum que suponhamos evangelize notavelmente os primeiros independentes das tensões bíblicas.
Mudança para a causa cristã intitula a tese de auto-orientação das grandezas que tem ou que estavam nas mãos Daquele que tudo pode nos dar.
Quem foi deve supor e empenhar-se nas comunidades e em seus contingentes separados dos primeiros escritos rápidos da humanidade.
Paradigma investigacional das implicações whom que serão ou terão uma localização útil dos evangelhos dos então líderes do meio evangelizador também.
Pensemos na visão então mantida com críticas para o conjunto que foi há muito tempo para os cristãos um facilitador em seu embasamento religioso.
Por argumentações longas e contras,uma a uma,não fornece no evangelho escrito a sua visão real do fato.
Exemplos a alcance do mundo gospel sem se distanciar da grande massa evangélica que empreende realmente na própria comunicação cristã para maior divulgação da palavra em tese.
Em coletânea de hipóteses geográficas e influências evangelísticas,elas resultam para a comunidade em cartas e textos.
De sua “ history” praticamente sobre as  tentativas surgiram um começo pontual na imagem surpreendente da escrita cocluída e transmitida como sendo a principal mensagem crística.
Ensaios e teses onipresentes no socialismo mencionados na audiência de São Paulo.
“Theology” em simples entradas críticas localizadas em algumas passagens bíblicas examinando a partir da clareza de ideias o primado documental do livro sagrado.



É artigo para uma erudição então particular a partir do evengelho amplo e revisado em seus escritos traduzidos.
“The Gospels” é um moderno grupo evangélico que se baseia em significados bíblicos e proféticos com finalidade de se comunicar com jovens a partir de prováveis canções ou hinos de louvor.
O livro mais vendido desde que usaram escritores especiais para amplamente escrever e tocar com toda oralidade santa e sem distância entre o céu e a Terra os capítulos dessa evangelização eterna.
O gospel editado é o evangelho produzindo então forças para a sub-examinação dos pecados,brevemente vindos daqueles atos geográficos da pregação cristiniana intitulada liturgia.
Para cada pessoa,cada membro,cada irmão,cada alma,evangelizada sem estes paradigmas de seu tempo de escritor sem extensão uma aprovação ou uma intervenção através das intercessões.
Para o aluno as suposições distintas e as hipóteses na visão em duas mobilidades ou modalidades.
“Palestinian” é das cidades do evangelho que diferencia termos estudados e procura em seus acríticos das comunidades antigas explorar o evangelho todo esmiuçando cada versículo.
“Judaism” nos evangelhos fora por comunicados paulinos desenvolvendo erudições localizadas em argumentos tendiosos como se estivessem em igrejas falidas de adoradores.
De meu dever destinado que não é compreendido ajudo a Ele no atual proceder da escritura primitiva além da natureza divina e terrena.
Estas opiniões lidas por eles pode reconstruir e produzir histórias levantadas primeiro dos valores cristãos pelo mundo dos ceticistas.
Livros evangélicos próprios das circunstâncias em que passam clareza nos estudos aos grupos que ensaiam suas palestras ou preleções.
Definidas as audiências foram então sociabilizar-se com os evengelistas em questões que falam de separação e a principal importância do matrimônio para Deus.
Obras universais escritas para responderem em visões especiais com certezas muito bem esclarecidas os questionamentos sérios dos mistérios da própria divindade.
Cenários fundamentais para dentro da conclusão recente sobre a natureza dos escritores evangélicos da época.
A eles a influência das bases interessantes destas erudições e a última localização das informações das andanças do messias pelo mundo.
Para muitas situações as comunidades abordaram por comunicação as pressupostas utilidades de uma base significativa da igreja primitiva.
Separada foi a parte dessa localização especial dentro dos fatos que serão pesquisados ocasionalmente.





perfil

- perfil –

André Francisco Gil.
30/03/14.

A falação para envelhecer mais anos
é ela,irmã minha,de lados ladeados
ao assistir o meu crescimento.
                          Eu cresci.
Dela,influências foram gosto que
animações e desenhos (todos)
praticamente verdadeiros
eram sempre lembrados.
Que do exato saber masculinizado
                                           assexuado
do primado primário de cheinhas
                         

 e magricelinhas.
Família,uma em franca expansão
Cresceu quem?A
família do meu coração.
Quem nunca gostou
                   de uma prima pirainha?
Ser costumava eu,meniná-las (todas)
como casinha de brincar de invés
ao falar tô eu:fazendo cócegas nos teus pés.
Lutinha na rosa ranger power.
Rachinha na red ranger lover hand.
Quarto esse vi quando trequei um
tive quase eu que sou agora,isso,contado.
Consegui não,que bom tudo lá emparedou
na decoração.
Vontade,uma.De ficar mas gerando segundas e primeiras saídas
                                                                                      primeiras e segundas intenções.
Cópia da enormidade.
É arte de obras,dessas donificadas,a que descobri e rapidamente busquei fazer.
                                                                                                                                  E fiz.
Seu no curioso ficou,quem parou a moda
inventou e desenhou adoráveis estampas estudantis.
Cada leva de fotógrafo tem-se perfilado
enquanto isso eu destruo meus croquis
enquanto isso eu destruo as provas,o meu dossiê.





Plano mirabulante

Plano mirabulante.

André Francisco Gil.
30/03/14.

Plano?Um.De partelaborada
ao convocar ninjas
de vestes,pinturas e máscaras.
Casa que se pode a(porta)r.
Nada que se possa a(pertar).
                               Celular
de leves botões.
            Funções:
congela ou descongela.
Não dessa vez
minutos inconvenientes.
Sim dessa vez
   minutos convincentes.
Banco de porta giratória.
Banco de bicicleta.
Banco estofado.
Banco imobiliário.
É in(conveniente)
se desfazer de você
se despedir de você.
Pois abaixe a tampa
deste maldito sanitário.
Em cada mala mais coisas
                              coisas fúteis
                            coisas inúteis.
Eu te viajo.
Assista-me dormir.
Ouça-me roncar.
Ouça-me tossir.
Preparo vasos para cada flor.
Eu sei ter,tem gente que não sabe.
Você tem que ir já está tarde.
Quem sabe o tempo melhora.
Então para só sonecar boceje.
Um minuto se resolve.
Um minuto me revolve.
Um minuto:meu revólver.
Fazer lojear e só.
Vou convidar Odete Roittman
para o meu banquete.



percurso


- percurso –

andré francisco Gil
29/03/14.

Fantásticos estúdios (oficinas) do pensamento
agregam produções,papéis e fantasias
retomar vai a produção de garapa
desenhos trocará agora as linhas gerenciadas.

Arquitetura desconhecida
cartolinou histórias na conversa começada
foi má tecelã,foi má artesã,foi má cortesã
então meninou este fórum artesanal
nessa semana tradutora teceu contos de réveillon.


Cortou o conto que começou no livro
pai do esquecimento tudo apunhalou
último artista teatral que a gente brinca
com tesouras acontecimentos recortou.

Livro:carne lambuzada depois da saída
carnal e mal falada a ideia de estar cru
coisa é alguém,meio-terço neste bloco
você aparece a gente ganha.

Essas verborragias,esses vernáculos
uma tara de querer ser minhoca
visão incrível em croquis,em blocos
ilustrou o começo feito no percurso central.







                                                    - seres sombrios –

                                                   andré francisco gil
                                                            29/03/14.


                                 Partiu para viver unicamente entre sombras
                        críticas acordou em nome da con(vivência) e da idade
                            diversão alugada pelo protagonista que lê pessoas
                              apesar de todas as nossas últimas extremidades
                            apesar de todas as nossas únicas estranhabilidades
                       surpreender-se com erros e corpos pobres,devastados
                                certeza de algo alugado em corpos guerreados
                                a inquilina (vampira) protegida aluga mortos
                             recomendo o livro de tudo,denomin(ação) dos riscos
                                           surreal fará o adolescer já idoso
                                          inúmeros irmãos vivem escondidos
                                       sempre restará viver a vida nas trevas
                                   para seres sombrios é a única coisa que resta


domingo, 23 de março de 2014

-sentir sentires sentidos-

Que ritma um ouvido de gosto desgostoso
mas instrumentalizado num toque a aprender
nunca infelicitará músicas de apreciadores do ser.
Que diga-se meu o que do mais até conheça
que musicado mais por uns do que por alguns
são poemas seus dulcíssimos.
Paz a se encontrar belezuras tantas,o meio.
Banho,um,dá-nos para aprontar nuvens de partida
a construir paisagens belíssimas.
E vida nossa na caminhada no nascer florido
floresta florada,uma,é arte,é caminho,é destino.

Das portas a se abrirem ia que alguém somente,
todas as portas abertas derrepente davam para ruas
eram ruas dos desmanzelos pelos poros castigados
uma pessoa,única,com sovacos suados,displicente.
Suspirou,amou-se que assim se amarrou,se olhou
se espelhou,se espalhou,se espantou,se culpou...
Caminho pelo deixar arrancou- o agilidades
para depois felpudar pantufas pantufeias.
Não felicidade,qu’entenda e ama,amadedigna
firmeza com modos pregada na tua tez.
Porta nova,uma,abriu de deixar o nuncatado.

Sentir pungir do cordoar as vibrações feitas
que teu gestículo,cada,a dedicatória deleita.
Emoção pura de abissais nuvens nessas fluídicas
possessões que direi possessivas.
Do muro moralista territorizando-no
que é aflição de farda e de fardo
do extraído ser poderoso e bastardo.
Saltit’alma minha a sentir sentires sentidos
carne minha a entreguei quando menina carnívora.                                                                                       Essência minha cavei fundo e muito
enraizada como uma herbívora.

Protege,busca amar quem ama-me.
Possamos viver nossas dificuldades momentâneas
nos consolando,nos confraternizando.
Com claridades desjejunícas para despertar
ao me sentar ensolarado.
Dolente corre que riacha
no florido jardim suspenso.
Natureza sua pois amar precisa
doçura inefável,alimento,sustento.
Amor,um,cadentestrelado
nas azulanças celestiais.
Piedosa mão encaminha na obscuridade.



terça-feira, 18 de março de 2014

Narrativa grandiosa

André Francisco Gil.
18/03/14.

I

Término da jornada:encarar o desafio dos recortes.
deito-me nesse todo e me torno um estacionário
brevis de suspense entregue ao pensador romântico
divergente espancamento no morro acostumado com as dores
fascinação do soldado infiltrado em um microcosmos
roteiro de medo,brincadeira de horror não planejada
adormeço na estação absoluta do desapego e me desamarro
celebrando o ficcional e o surreal diálogo de um galanteador
missa na Babilônia,limite da escravidão de um cafajeste
no submundo descobriu a costura e se inspirou num rosto
a tragédia do cavaleiro desafia a fantasia de quem está morrendo
ciclo das manifestações intensas e interessantes a que somos submetidos
excêntrico pároco dos contrapontos e dos desafios
alteração do drama e o apagar do fogo na visão do controverso
agora perigoso porão dos escolhidos ao cárcere
rixa de um espadachim que explica o desprendimento do relacionamento
modifica o universo humano e marrento do narrador
concluir erótico abismo que se desconstruirá em dores
monarca cafona na pensão da tensão do universo da ruiva
herdou a autonomia da pacificação tempestuosa (tenebrosa)
experiências rápidas com personagem de charuto e cartola
mecânica dos questionamentos,espetáculo das questões
estrondosa sinfonia da invasão vivenciada no temperamento da interventora
não troque as escolhas pelo poder artístico
oficina grandiosa das reflexões complexas e revividas
o jardim da senhora solidão é sombrio

II
complexo morrer com medo no ciclo do fogo
erótica morte com perigo de romantismo
vivenciar a modificação e desprender-se do excêntrico diálogo
mecânica dos amores descobertos nas controvérsias intensas
com autonomia poupa as ruivas de se entregarem aos desafios
herdou a charutaria dos cavaleiros do universo e do suspense
tenebroso desconstrutor dos planos e dos porões do passado
temperamento universal dos relacionamentos sem galanteadores
rumo a jornada da mirra na Babilônia destruída de um louco pároco
revivida e acostumada ao submundo a visão da manifestação
intervenção humana termina em contrapontos e contradições na missa
infiltrados rápidos desafiam o monarca escravizador
grandiosa divergência que altera a totalidade absoluta de seu poder
reflexões espancam roteiros dramáticos e artísticos
fascinação por personagens trágicos e tensos
espetáculo da invasão explicado num rosto surreal de pavor
sinfonia questionada através da espada inspirada na ficção da submissão
oficina das dores e dos horrores sem escolhas
pacificação concluída da fantasia agora pensada e repensada
microcosmos e micronarrativas encaram o desafio dos limites
tempestuoso abismo planejado pelo sinistro
estrondoso questionamento,rixa de costureira que celebra o desinteressante
soldado experiente que recorta a cara cafona do cafajeste

III

questionado o pároco experiente romantiza o espancamento
celebração humana dos brevis planejados pelo artista
sinfonia dos contrapontos na charutaria da morte
excêntrico e rápido o pensamento divergente e intenso
inspirado no rumo a ser tomado pelo universo tenebroso do fogo
surreal encarou a pacificação do horror mecânico
desprendeu-se dos infiltrados e agora grandiosamente se controverte
explicação do microcosmos na oficina da visão
interessante terminar com a herança e os truques complexos de ilusionismo
rosto do narrador entregue as dores indisfarçáveis,manifestadas
vivenciar o desafio concluído nas escolhas e nos amores
questões missionárias dos cavaleiros no coro do medo
temperamento de monarca erótico alterado e alcoólico
diálogo desafia a brincadeira
espetáculo da Babilônia desafiada no toque do submundo
ficcional e marrento o suspense desconstruído num ciclo
universais escravos,mortos ancestrais,poderosos e banais
submetido a jornada autônoma do planejamento revivido
costura sem intervenção o abismo dramático
rixa do galanteador é recortar tempestuosos roteiros
invasão ao laboratório poupa o porão de seus ratos mal-acostumados
estrondoso relacionamento de um soldado em perigo com suas reflexões
modificação do limite da fantasia escolhida e descoberta

IV

celebração dos rumos poupados dos mecanismos desafiadores
perigo interessante no rumo do toque das modificações
rixa na charutaria do suspense na visão dos infiltrados
soldado artístico inspirado nos desafios dos amores erotizados
relacionamentos planejados pelo fogo da Babilônia escolhidos pela monarca
pároco de truques e questões,explicações que insinuam e fantasiam a morte
roteiros de missa maravilhosa na jornada das dores excêntricas
dramático e inspirador o laboratório dos horrores e dos diálogos tensos
romântica sinfonia ficcional descoberta pelos ruivos turcos
excelentes complexidades da missa do Cosmos na escolha de um poderoso
intervenção de cavaleiros em planos surrealistas dos pensamentos
costura com raiva a autonomia de um manifesto rápido
recorte de morte no ciclo da narrativa grandiosa
abismo do medo e invasão pacífica sem intensidade
reflexões num livro subterrâneo sem limite universal
tempestuosas questões submetidas a entrega da controvérsia
espancamento dos contrapontos marrentos na oficina do desprendimento
galanteador de toques desconstrói o rosto agora
questionamento herdou no submundo fantástico de um escravo escavador
herdou do universo o costume de desafiar com brincadeiras seus superiores
revivida,revigorada e renovada encarou as divergências
humana curvatura ruiva num porão vivencia o ritual
estrondo em breve,tenebroso espetáculo concluído por temperamentos...

quarta-feira, 12 de março de 2014

Deslumbramentos do desperdício.

Deslumbramentos do desperdício.

André Francisco Gil.
12/03/14.

Reflexões existenciais num festival de obscenidades psíquicas.
Avaliações de pinturas e estranhas esculturas.
Alimenta a descoberta do empenho e do prestígio.
Solidão:torres altas da vaidade incondicional.
Primordial personagem visível nos argumentos.
Extensão narrativa num desafio tumultuado.
Complexa jornada do deslumbramento solícito.
Argumento:itinerário,mosaico:metropolitano.
Com a morte da afetividade completa-se o envenenamento.
A extensão da escassez.
A entidade macabra das velhas verrugas.
Pinturas promissoras em conexão com a narrativa trágica.
Cativante destino,irritante imobilidade.
Reencontrar reflexões na investigação pedagógica.
Paisagem existencial,lenta e primordial a auto-estrada.
Discrepâncias assintomáticas cometidas.

Pinturas pedagógicas,extensas narrações.
Um simples itinerante desmoraliza o comportamento inverso.
Estranhos desafios,escassez existencial.
Narrativa dos reencontros retirada do ódio.
Festival primordial de afetividade e irritação.
Alimentada a complexidade da entidade.
Deslumbramento dos desperdícios.
Na avaliação da intuição a jornada primordial e assintomática.
A morte do inseto da insignificância.
A solidão metropolitana,a solidão desumana.
A jornada é primordial.
Retorno ao espaço estrutural das celas metálicas.
Personagem protagonista investiga e desmoraliza a celebração da irrelevância e da irreverência.
Parâmetros irritantes da interindependência metropolitana além-fronteira de mim mesmo.
Reflexões acometidas na cativante e afetiva existência da solidão.

Mobilidade em lugares de paisagem escassa.
Jornada de deslumbramento por esculturas coloridas expostas ao relento.
Empenho estranho de um indivíduo solitário.
Paralisia afetiva é a morte.
A estrada existencial da entidade enigmática.
O ódio dissemina a primordial discrepância da irritação.
Entidade:Mutare,sustentado pelo ridículo e pelo desperdício e pelo descartável.
Mosaicos simpáticos com junções primordiais de personagens secundários.
Lidam com o deslumbramento significativo da morte.
Visível destino afetivo completo o do reencontro.
Retorno promissor a jornada dos primórdios e dos princípios.
Argumentos sustentam a entidade existente:Mutare.
Argumentação retirada do empenho que alimenta o oposto da pedagogia complexa.
Parâmetros do colorido da estrada paralítica da existência esquizofrênica.


Jornada da inversão na pintura tumultuada e trágica do desprestígio.
Metropolitana conexão com altas obscenidades envenenam o comportamental.
Afetivas,acolhedoras festividades específicas e solícitas.
Trajeto da reflexão reencontrado na verossimilhança da existência do ridículo.
Sorriso extenso e primordial marcado de enigmas.
Personagem na cela,imobilizado,trancafiado,o desprestígio da simplicidade e da investigação.
Cativante e complexa,solitária a paisagem marcada pela secura dos dias.
Lugares de descontração e festival de reflexões com a entidade do desperdício.
Psíquico se fluxo estranho,tumulto no auto da lentidão fronteiriça.
Jornada do protagonista das engenhosidades e engenhocas.
Gentil conclusão impulsiva de um luto trágico e metropolitano.
Num conectar das avaliações musicais numa estrada que vai dar no nada.
Estrutural escassez de deslumbramento itinerário da anistia discrepante e indiscreta.
Espaço complexo das esculturas e a visibilidade das pinturas irritantes.
Irritações cometidas na intuição individual da plataforma sem importância.
Solidão:mosaico de estímulos na descoberta de Mutare,o mutante.


Non vita nella terrore.

Non vita nella terrore...

André Francisco Gil.
12/03/14.

Non vita nella terrore ma io lo tradito ripenso facile.Il so a doccia non vedo violato hai una vigliacca.Ingrato rallegare amarezza tra le l’último finito.Carezze per canzone cancellarlo nascondi veri gioia quanto.Perche agridare sarai traspare spaccato baci attimo nessuno.Ne baci sgridarmi e duci lo finito male.Per miei Nei mia qui duoi perché ore parolas Il mondo.Cos’era non piú a cantarse rispondi giusti finito farmi.Odio piu tu la viso prima vita hai.Solo nulla d’amore leggo Il tuo amore.Il tuo promesse dormire piú redita odiato rubati un nessuno.Me ochi mano a celarlo ma non interminabili tutto potra.Amore specciandoti tu nella non chiedo alle parque.Odio lasciare fine vigliacca appassionato tutto vinto.E la capelli e mani incriminato ora stato.



sábado, 8 de março de 2014

Deliriuns alucinogenus.

Anfrangil.

Espermático e prototípico acorrentado em campo que há nudez de nádegas e sem-vergonhices.Um sombreado moderno.Ora um osso atravessado na garganta.

Semaférico.Sua metonímia sanguineamente é até doxal.Arte em seu cérebro freudiano é um fado português,uma fábula contemporânea,uma lua em seu neurônio de maconheiro.

Um mequetrefe come-fadas.Comeu o arché,o papier maché.Espantou a sombra da morte.Um paleopathológico alovesúvio,palpável,genético e órfico de deveres.

Daguerreotipado dum infrene inferno que até magoa os movimentos.Bebeu de transmorfo e arrancou as máscaras de australopiteco e apagou as fogueiras.Bêbado de boteco.

Às margens dos páramos anapulmonares telelunáticos e obscuros das brumas pela alvorada.

Pela primeira vez as formas caleidoscópicas sob efeito do fumo.

-Maconha,maconha,eu tenho da boa!

Não há recusa.Um dáimon que primordia a doença em suas entranhas estranhas.E suas rasuras gotejadas dos telhados de nuvens.

Suas analiysis bruxuleantes expandem em tubérculos,que são arrancadas por poetas sãofranciscanos nesse mundo de incompreensão.

Tempo:um filete.Núpcias com o psiquiatra.Sombras da via-láctea.Pele onanista num areal ad plures ire.

No entanto você está esfacelado,esfolado,flagelado,dilacerado...E ele está no ocaso de um Bacantes fraco.No firmamento uma avalanche que faz gravar cósmicos sinais.

Quase fé neste sonho sanguinário de maconha e conchavo.Despedaça-se como a amnésia de sua memória e o apodrecimento de sua carne e o corte das raízes tantálicas.
A reunião de Pegasus,Centauros e Ciclopes.

Da psycho semafórica acordado com o colo cheio de cinzas vulcânicas.A realidade noturna,assombrações adormecidas enquanto contadores de histórias pernoitam entorno da fogueira.

Semaférico e cadavérico assombro divino pelo telescópio entre condensações e convulsões.Hospício imaginário.

O perfume da maconha.A escuridão de um rapsodo farolítico e faroéstico na sonolenta cavalgada dos surreais estrábicos encrostados nas sensações explícitas.

Psychés místicas ou holísticas.Um umbigo perfurado.Um umbigo esfaqueado.Um copo rachado.Um cemitério formado de escárnios.Descarnados num deserto inflamável sem pároco.

Pérgamo um astro além do absurdo.

Nuances e nuages suplicantes de azul.Antagônicas noites darkness dicotômicas e catarrentas.Areal de promessas movediças.

Tudo é perfumado.Remou com Helena no gás metano salpicado de mágoas e pecados.Há o solúvel cuja fragmentação a tabuleta suporta e a chaleira evapora.

-Como reclamar?
-Um lamaçal de violência sem encanto só tormento.
-Portanto rasgue essa roupagem negra.
-Nem sente nos banquetes de bulício e rebuliço no limiar das grutas.

Flor despetalada.Desbravadora e antagonista termeando as meias angústias.Os seus olhos de gelo.A sua alma:cemitério de putrefação.

Retido em meios fios.Na gene do fogo mais um semi-cadáver sem caráter.Findando-se na maconha.Darkness desinteria desinfetando as reminiscências.

Passént.Perfume.Uma flauta escorrendo em sua mitogonia por um milionésimo comprimido de ecstasy descamado.Era helenicamente um pároco.

Aeroporto.Vômitos.A tua maconha filosófica ou as maconhas paranóicas e psicodélicas alucinógenas alucinadoras.Um nenúfar para o homo sapiens glaciártico.

Há bocas e há digestão.O lume hemofílico que emana do escarro.Titã ante a criança sonífera que haveria de mudar os planos do mundo a mando de um ser tirano.

Feiticeiramente no epitalâmio de uma aldeia de alethéias cristalizadoras de ironias durante a deformidade das queimaduras e do ataque dos pterodáctilos.

Safado sempre hipnotizará o monarca petrolífero.Um antiherói como num ato bravio queimou os pés de maconha.E mijou sobre as cinzas para curar sua incontinência urinária.

Goza a fada imagisticamente.Libeilethes desbravando o dogma do ser sifilítico sem onipotencialidade.

-Falou mal de mim,eu a comi.
-Você comeu suas porvindouras?
-Um sabor de aljôfares.
-Seu mamute atemporal,seu jeremias sem abertura,seu excomungado...

Esteltícias  antiestéticas de uma prima pornográfica.Ecológico?Só o cadáver.Até o metal é comido pela ferrugem.Além das crateras grotescas que os urubus fazem para devorar a carniça.
Aurora que toca a escuridão para tornar-se demons.Bruxas nas adormecências rasas dos buracos das hermenêuticas infernais ou celestes.

Todo dia desconexo geme no solar primevo e longevo.

-Ricorditi Il rinoceronte!

O único que não se liquefaz.Pathológico nubicioso sem um pasto de escritos verdes deixados pela ordem.

Transreal se sua ultravisão não percebe a beleza da vinícola de Vinícius,um ridículo piccolo,um orfeu nerd,em seu cruel sufocamento.Legista da brutalidade.

-Ah,uma depravada endymion.
-Dissecadora ontológica.
-Policêntrica.
-Muralha corpórea sem pulmão nem coração.

Gnose.Crateras fálicas.Tuberculose neoplasmática centuplicada.

Aporta as catálises de Nobifár,nebulosa divina dos báculos.

Dias permanentes aquém do multidirecional.

Comedor de perfumadas fadas.

-Não é maconha.É a acústica da noite de quem sonha.
-Semelhança nauseante.
-Um dilúvio monstruoso deixará elfos órfãos.
-Antiespasmódicos.
-Vomito uma glaciação em cima de um arquétipo.
-Imagens fantasmagóricas em cima de uma motonave.

Fumantes não comem orelhas.Dianóia.Respira se a diamba é mental e pira.Moedas para a figura das basiléias.

Pólis longa além dos astros se a concretude entra depois.

Aeropicos e o infinito das amadas imagens gástricas e luminous,tragicômicas,escorridas do sintomático.

-No jé profundé!

Tomouça devaneios lançados dos rochedos.Hecatombe analgésica nas goteiras de Pérgamo.

Orgiástica e pulmonar.Os olhos brincavam com uma expressão desmistificadora da metafísica.

Egocêntrico desflorifadando nas profundezas,tomveja os devaneios no copo de vinho e no perfume narguelítico.Sucumbe o morador fraco.Pó marmóreo.

No precipício:fadas sem lume.Hipnótico e monádico o lume encoberto dos falos e seus abalos sexuais sísmicos e cínicos.Infecções na bocorcunda.

Périplo campestre do microcosmo irônico do fantástico.Águas sulforosas.Rançosa e escatológica a antiguidade engasgada no ectoplásmico.

Aeroinsetos alossomáticos e carnívoros (sanguinários).Divã de um sem-identidade sofredor tonitroante.Fazendo suas fezes nas calçadas.Desconhecido cujo desejo maligno é o de ser devorado e engoelado por abutres solitários da polis maldita.

-Je nuages!

Estupraram as estruturas que começaram na voluptuosidade mais angelical do vazio.As gravitações no manguelétrico de Xeol.

Nuages messiânicos na escuridão.Desindividualizaram os comedores de fadas com suas úlceras e cólicas sem conotação.

Um pároco incongruamente sem palavras,sem sermão.Um catacósmico desinformado.

Límpido além da obnubilação.

Depois da averiguação e do interrogatório e da sumária prisão acordou na cela trancafiado e arrependido chorou:
-Toda fumaça exalada agora viraram lágrimas.

Heroína.

André Francisco Gil.
08/03/14.

É,detonei.E nem liguei para a destruição.Na liga das mulheres eu não fui muito paciente.Gastei minha paciência com outros passageiros interplanetários.

Não vi o dia raiar.Tá é foda ser muito requisitada.Eu só sou uma dona que tem isso como um hobby:salvar pessoas.

Vivo errando.Pena esse todo que eu achei sabiamente cortado como fatias de bolo ser só dessa mulher histórica.

Aqui no além as frases são de oferecimento.Marido é uma coisa de que eu não me lembro.Trabalho puxado como guardiã do tempo.

Admito dá um baita de um cansaço.Sigo o dia todo salvando o planeta de seus vilões.
Só queria lembrar que eu também sou mulher.

Não me amarro nessa sua bagunça.Limpeza é pesado.Você sabe mas não me ajuda.
Também eu facilito,quando eu saio deixo tudo arrumado,limpo,perfumado,bonito.
Quando eu volto está tudo fora do lugar.

Cara no Dia Internacional da Mulher vale a pensa ser homenageada pois somos fortes.
Gente desde menina eu trabalho.Sério minha mãe me ensinou.Ainda sobra tempo de vestir a fantasia e encarar a dupla identidade de heroína.




Humanordestinidade.

André Francisco Gil.
08/03/14.

Eternizada a arte estruturalmente pedida numa música solitária para o passageiro,forasteiro, lendo rios com dons de vaqueiro e aboiador.Acompanhando a dificuldade no bojo vazio da bondade,no espírito do violeiro das emoções reais,nas secas da reflexão.Dificuldades reveladas,necessárias,misturadas a surpreendente solidão dos homens sertanejos.Insuperável beleza revelada na açúcarada ternura impregnada na alma celestial,passante de solos áridos.Filosófica,lírica,poética a obra surpreendente aquando a infelicidade da vida.Relevo geográfico,primevo e íngreme da solidão onde o amor é tesouro garimpado e na dificuldade do poema a viola infeliz deixa seu recado.Dolorida canção de sofredor.Humano formado em dons proporciona aprendizado possível na fonte nordestina das surpresas e das alegorias.Humanordestinidade ingrata introduzida na falta do sensível,dorinhando desconsolos existenciais.Escrever no húmus do papel (solo-branco),na casa das preciosidades,uma prosa carinhosa,uma sensibilidade nordestina que se segue.Inestimável dureza num carinho que se doa no âmago da travessia das desgraças nordestinas.Sensibilidade amiga da sobrevivência,da pobreza bastante silenciada nas costelas ruminantes.Espiritualidade conciliada com folhas tocadas ao léu,ao vento,encontramos na volta dos estiletes das amarguras o corte,a morte.Problemático recolhimento da arte na afinação verdadeira do instrumento,presença nítida das meditações.Universalizando ingredientes acolhidos no deslize vocal em linguagem de novela sobre o profundo da vida.Uma vida áspera não muito erótica.Nordestina descrição dostoiévskiana da sensibilidade diária da tristeza e das péssimas (magérrimas) condições.A seiva transformadora caída no chão duro evaporando as expressões e tocada com talento trazidos a vida com sentimentos da uma batalhadora.

Jogo do momento.

André Francisco Gil.
05/03/14.

Despertar e tanger a alma.Dançar um tango em casa.Quanta bênção no desafio do homem.Se chega a escalar,planta esperança.Se chega a descer,colhe a glória.

Soledad não é uma praga,nem uma chaga.Poético é o seu beijo.Ela pede montanhas Deus lhe dá nuvens.Ela pede oceanos Deus lhe dá lágrimas (de tristeza e de alegria).

Perdido na escuridão um solitário.Tua boca oh Soledad é refresco.Tudo em ti é iluminado.Entre pedras fiz o que os outros não fizeram:calcei o caminho para você passar.Deitei meu corpo para me fazer chão só para você pisar.

Plantei pimentas.Acendi o candieiro.Acendi o fogo e fervi a água.É comum a um guerreiro viver com fragmentos espetaculares de aventuras em suas anotações.

Estrada dos conceitos.Tome minha loucura.Remova dessa visão o sofrimento.Remova desta seca o praguejamento.Removo deste solo a falta de chuva.

Caído nos vergalhões o poeta ferido.Poeta é corpo.Poesia é cura.Abraço não castiga o homem.A diferença é que todos sentem:amor.

Sempre vulgar a sutura,o pus,o rasgo,a perfuração.Jogo do momento.Apenas uma possibilidade.Recuar ou ir em frente.

Há na presença cotidiana a escuridão.Enquanto no chão incomum há flores incluídas com a molhadura.Se não floresce implore agora por gotas de chuva.

Samba-enredo:Popular estação do meu sertão ainda não parou.

Autor e puxador:André Francisco Gil.
02/03/14.


Popular estação do meu sertão
onde o samba só espalha emoção.
Minha escadaria,minha baianinha
pela magia dança no arraiá da alegria
festa na floresta simbora que tá na hora
para mostrar a lavagem da escadaria
festejos de cores,sãojoão eu vou pular
de coração do morro ao mar:Iemanjá
cantar de norte a sul minha rainha
viva o brasileiro,viva o povo ribeirinho
desça da jangada acenda a fogueira
sou caprichoso,vou caprichado,ôôô
o povo começou a coroar e pediu pra pular
na festa do congado tem luar pra desfilar
enfeitado de laços,de zabumba e bambas
a voz de Cabral ecoou:-Terra à vista!
se encantou com as negras e as índias
passou a ser luz para não desapontar o povo
meu arco-íris,minha festança,meu povo dança
ouça a história da minha vila,viva,viva
vêm o salvador inteirinho pra rua da garoa
conhecer os contos da passarela da noite
de novo canta o povo:oba-oba-oba...
explodiu a Terra essa dança é o que é
entçao o mundo ficou iluminado nasceu o samba

Todo índio ôôô aqui chegou pegou e farreou
primeira bandeira preta-e-branca tremulou
caiu no carnaval nessa noite de folia agitou
poeira do palco levantou,sacudiu,balançou
com fé no seu forró o povo todo chacoalhou
e na pegada do encanto ninguém mais se segurou


Triste acorde violeiro.

André Francisco Gil.
08/03/14.

Instantes,carregar contente.Pedidos arrumados,guardados.Pareciam pouco tristes,restou violá-los.Fechou travessias,agradeceu curiosidades.Única respondeu:irmão feito,estalava na cama da maldade.Desconfiada cantava,atendia pastagens.Querida agonia.Cintura meio seca de conto graciliano.Começou custoso,tocava sorrisos num arado de exclamações.Escondia-se agarrada ao pão-instrumental devido a novela nordestina.Tristezas buscando tocá-las aprendeu comer preciosidades correndo nas poças de chuva quando esta tomava-lhe os olhos de alagremias.Nos erros ossudos da eguinha afinada que se tocasse quase chegava a arregalar as tentativas ligeiras de ganhar ressurreição a pobre criação.Céu de águas num chão de inteligências farinhadas,calejadas dedilhações numa viola despertadeira de sol,de sentir os pulos e as bolhas cozinhando as solas.Choro penoso de despedida.Amizade acerca de trabalho desgrudando da procura de um céu de piedade sem ponteiros que de surpresa prepara o aguaceiro.Tocava trabalho numa tarde educada onde alguém calava-se para tratar com alegria o destino de painho e mainha que apontava alegrinha os caminhos.Luta,amiga falada acabou continuada,prontificando demonstrações nordestinas de grandeza e rapidez.Entristeceu barris de elogios,sombra e sapato largo no pé.Feijão desgarrado do solo desgarrava-se do destino no alto do sertão animais chorosos que se tornavam fósseis de tão sequinhos.Percebera longe o esforço pedido num abraço de olhos alimentados de medo e fome numa viola familiar única a sustentar a esperança.Sustento apontava aprendendo e atendendo nos passos da atenção propagando carreiras na obrigação dos cuidados.Formaram-se fontes cantadas e tocadas na amada ajuda na mesa infeliz num semblante matutino.Estarrecedoras distâncias continuaram perguntando coisas de enxada e amanheceram cafeinados num indício que tornava relógio de miseráveis.Sobrevivência grudava no quarto e na hora de comer.Na hora de ajudar na doença levantou poeira,levantou tristeza,levantou para cair.Mas a viola dedilhada amenizava o sofrimento.As horas de dor eram esquecidas no ponteio seco.E nos olhos esbugalhados por serem secos como o chão rachado não caíram lágrimas porque estas secaram mas peidou de alegria como fazem os animais antes de morrerem.

Vivo o novo quando amo.

André Francisco Gil.
05/03/14.

Amor humano deveria ser intenso.Tá no toque o valor sem carestia.Cara você não pode vacilar para com a sua crença.A fé é que nos orienta.

Atrair reciprocidade para a vida.Agora pode  escolher sua mulher.Depois de escolhida a ame como se fosse a coisa mais importante de sua vida.

O amor pode ser recíproco.O amor pode ser encantado.Que dure para sempre.Que seja infinito.

Para não faltar,para ter quando o outro perder.Isso está em nós,ter que perdoar sete vezes nosso acusador.

Tens sabedoria?Quando você ama você desarma laços e armadilhas.Quando você ama você desencanta magias.Quando você ama você aceita com fé.O amor tem sobrenome
:mulher.

Não correspondido:desencana.Se não tem faça acontecer.A coragem leva a práticas surpreendentes.

Admito:foi amor não foi a razão.Ah,vivo o novo quando amo.Só os corajosos se apaixonam.

Foi me concedido a ponto de fazer todo sentido.Superar o outro com incertezas é o lado bobo e infantil de querer ser superior.

A vingança é rápida como uma bala ceifa a esperança.Quando ainda era encanto acredito que fiz a escolha certa.Destes pesadelos sobrenaturais só o teu amor me desperta.



domingo, 2 de março de 2014

Coleção de conversas.Desfiles de moda.

Coleção de conversas.Desfiles de moda.

André Francisco Gil.
02/03/14.

Ela leva o verão e mostra
nas cores do monoquíni que ela adora
em cartaz:desfile da coleção
                                     verão.

Entre sotaques,cacoetes,não vê barreiras feitas
está sempre em parceira com quem agita...

Desconhece-se aqui a criatura
de vida coletiva e conversa brilhante
saindo sozinha sem acompanhante...

Lembrando de inconscientes “impossibles”
entre tantas noites de um tempo anterior
ao encontro de um grande amor...

Ilustração criativa da maturação moderna
mulher de virtudes,afins e fotos
se resolver voltar ela deixou a porta aberta...

& no discursivo tempo,vitrines e roupas
na ocasião toca o diálogo com estilo
de dia:estilista,a noite:amante...

Consultora de pensamentos,consultora de criações
criativa entre propostas estilísticas
de poemas com roupagens líricas...

Mostra elementos de conversas íntimas
entre retrospectivas um tanto quanto surrealistas...

Maravilhosos diálogos diários
tem no toque um grande preparo...

Não fica pipocando no verão
o talvez está vestindo uma roupa elegante de seu catálogo
enquanto um pretendente ameaça um diálogo...

O aliás deve estar entre ou durante o que começou
entre coleções baseadas em conversas imperdíveis...

Ali a própria precisão de um museu moderno da mulher da moda.



Existir.

                   Existir

       André Francisco Gil.
                   02/03/14.

     Realidade torna vida forte
vejo:momentos,certezas,invasões
   várias maneiras,mil maneiras
                amar...amar...
       venta pele,sente lábios
     várias formas,mil formas
              existir...existir...
      tanto tempo,outros ficam
espaço:jeito,intenções,pensamentos
      tem absorvido:vida,janelas
               tem absorvente

momentos,sentimentos,ficam vivos
      tenha tantas invasões labiais
     tenha tantos lábios invadidos
         espaço:formas,vida,amor
existem jeitos (sujeitos) amores reais
vejo outras janelas,vejo outras coisas
                toco outras peles
               toco tantas moças
                toco tantas notas
                toco tantas teclas
      venta certeza,tempo absorve
     várias existências,várias vidas
              vários pensamentos
   fortes intenções,diversas maneiras

   janela espacial,pensamentos vivos
        torna viver momentos lindos
       tanto tempo,várias existências
         venta amor macieiras labiais
        forte certeza,realidade invade
      outras existências,ficam formas
    tantas desistências,deixam normas
        vários sentimentos,amor,pele
        tenha jeito,absorva intenções

              espaço existente,amor real
        realidade resistente,amor especial
tornam existir (extinguir),maneiras,intenções
                   viver:forma amada
       viver tantas invasões sentimentais
           janela temporária,pele tocada
             tempo:pele,incerteza,janela
           tenha ficado momentos labiais
         várias forças,vários pensamentos
         outras absorvências,sinto medo
          outras decadências,sinto nojo...


Janelaberta.

              janelaberta

       André Francisco Gil.
                 02/03/14.


       para entrar uma vida
         com o tempo tenho
                    certezas
         com o tempo vendo
                     ilusões
       janelas,janelas,janelas
     panelas,panelas,panelas
  donzelas,donzelas,donzelas
              vão-se os anos
                vem o vento
         vão-se os momentos
                             fecha uma saída ventabre janelas
                                                janelaberta
                                      o amor pula em mim
                                                janelaberta
                                      espionagem sem fim
                            visão sentimental,visão certa
                  curiosidade que toda janelaberta desperta
                             chega a noite para janelabrir
                           chega a noite pra gente dormir
                         -meu bem já é tarde deixe-me ir!
                                      -fecha a janela ao sair...


Marketing dos prazeres.

                                           Marketing dos prazeres
                                           
                                             André Francisco Gil.
                                                        02/03/14.

               várias de suas variações,de seu todo,de seu tudo,tem amor

                     nas formas,na realidade formada,e em toda existência

         existem cada qual,cada um,cada coisa,outras vidas,outras formas

                                    qual uma variedade de existências

             várias como quais as que ficam,bem-vindas formas variadas

   amar cada existência não apenas formas absorvidas de várias maneiras

         maneiras de formar a intenção de amar a vida e amar os seres

                                             marketing dos prazeres

                maneiras de amar,tempo de amor para tantas vidas

         jeito de amar e respeitar o espaço do outro,muitas maneiras de ser

     seu pensamento existe e deve ser forte capaz de amar de todas as formas



Poeminha safado.

                                        Poeminha safado.

                                     André Francisco Gil.
                                               02/03/14.

                                             os r(astro)s
                                            eu não deixo
                                      pele,pelo,despedidas
                                       sexo com fantasias
                                             cabelo duro
                                          cabala do amor
                                            cabeça dura
                                          ca(vala) de dor
                                    deixou o amor,deixou
                                      beijou o ator,beijou
                       invadiu o diário dos sonhos no cio
                              lágrimas caídas viraram rio
                                        o amor o canto
                                      a flor o en(canto)
                                   todas as lembranças
                                    todas as festanças
                                     aromas de amor
                                    camisolas de flor
                                     pimenta e figa
                             você:nua ou de cinta-liga
                             o sexo invadiu tua novela
                                      eu virei:gigolô
                                    você virou:puta
                               filmamos nosso pornô
                              o amor no corpo todo
                          o corpo todo pegando fogo
                          debaixo do edredon é bom


Quero tempo.

                                         Quero tempo.

                                  [André Francisco Gil]
                                            02/03/14.


                                          nem pode saber
                                                   veloz
                                                   pode correr
                                           a beira de luzes
                                             meus fluídos
                                                não fluem
                                         tempo de Proust
                                        tempo de Godard
                                        tempo de prost’s
                                      tempo de engordar
                                       tempo de pôsteres
                                             quero tempo
                                    vou saber de tudo isso
                             Marcel Proust é meu amigo?
                           Jean Luc Godard é meu inimigo?
                                        nem quero saber
                                        nem ampulhetas
                                        nem empilhados
                                      Godot é um tarado
                                       não quero povoar
                                       não tenho bolsos
                                       eu só sou um tolo
                                      pobre pé-de-barro
                                 não negocio com Proust
                             só negocio com quem presta
                                         feroz o tempo
                                                   o tempo ruge
                                                   o homem foge
                                                   o tempo não espera
                                                   a bomba explode
                                                   a ampulheta dispara
                                                   o homem vai embora
                               nem me perco de madrugada
                                       eu durmo na calçada
                                  tempo de empilhar coisas
                            tempo de desapegar das outras
                                    tempo de agarrar todas
                                           cruzes na estrada
                                              en(cruz)ilhada...