quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Universo:utopia

Universo:Utopia.

André Francisco Gil.
27/02/14.


O mito urbano foi despido
&
O mito humano foi descoberto.
A independência traz uma embriaguez utópica filantrópica filosófica neurótica...
O fenômeno da alegria das formas.
A utopia acabou,o irmão partiu.
Metáfora dos minutos,caos carbônico canônico eletrônico polifônico...
Sonhar traz invenções
           & intervenções
e espanta as moscas carnívoras sanguinárias.
O som em conexão com a utopia do silêncio.
Vestígios de horas de ourivesaria de oficina de marcenaria...
Despido de vestígios desde o início.
Estrutura de aço,escultura do macabro.
Conexão musical da utopia e o melhor da harmonia.
Pouco ama pouco interessa porque para o amor não há pressa.

Mito paralelo (do belo) ao caos aberto no acolhimento ao profano ao tirano ao soberano...
A metáfora das moscas macabras.
Despida a utopia segundo a evolução das possibilidades.
Passou a plantar e a colher sua safra urbana.
Trabalho universal na casa das formas.
                                         Uma forma de trabalhar na safra.
A independência conhece o ápice do amor.
Só o harmônico espanta a loucura da vingança.
                                            A melhor vingança é o silêncio.
                                                                              O silêncio incomoda muito mais que o barulho.
A ansiedade é uma invenção urbana na casa dos fenômenos.
Tempo urbano em formas e horas canônicas
                                                & harmônicas.
Jogado na metáfora estava entendendo a alegria da independência.
A utopia dos extremos a partir da conexão.

O início das invencionices ferozes velozes inúteis desprezíveis descartáveis
Uma bonita visão alternativa em quantas horas de sonho e de harmonia?
A justiça permeia o plantio das emanações.
A casa dos paralelos na estrutura suburbana. (Suburbia).
A utopia macabra na colheita dos minutos.
Na metáfora do espanto angélico que deprecia a utopia.
Tempo de despir a fúria do grande fenômeno.
Caos:casa desarrumada e enegrecida por uma criatura enfurecida
Calendário do amor abomina o inventário das crueldades e maldades.
Minutos de sonho é muito melhor que metáforas e rábulas dos rabujos.
Profana possibilidade de comer as estruturas sobre o assim.
Libertar o fenômeno é experimentar e burilar e bolinar o entendimento.
A utopia trouxe a venerância das moscas.
O que diferencia a safra macabra da safra divina
:o mito do início,o rito do sacrifício

Quando se conhece o amor se naufraga na ilha da utopia isolado até da harmonia.
A safra alternativa,a safra da vida,a safra bem cuidada,a safra bem colhida,
                               a safra da seiva
                               a safra das saúvas.
                                                 Viúvas-negras.Bruxas de vestes negras.
Histórias de espanto com um pouco da ferocidade do caos.
O dia da partida.(Breve ida).
Justo fascínio pelo domínio e raciocínio do amor em fórmulas menos sofríveis.
Um sofrimento ancestral que ainda não acabou.
Tem o minuto do mundo no silêncio lendário depois da última e única decisão.
Impulsivas formas eflúveas de fúrias jogadas na luxúria.
Horas urbanas despidas famintas desumanas...
Tempo faminto no plantio universal.
A metáfora ensina segundo a face da escrita.
Ou seriam as parábolas
     ou seriam as fábulas
     ou seriam as mandrágoras
     ou seriam as salamandras ?...
Sobrevoa o prato a grande mosca dos mistérios.
O som trabalha a utopia angélica e o mito do universo paralelo do verso e do poeta disperso.