quarta-feira, 12 de março de 2014

Deslumbramentos do desperdício.

Deslumbramentos do desperdício.

André Francisco Gil.
12/03/14.

Reflexões existenciais num festival de obscenidades psíquicas.
Avaliações de pinturas e estranhas esculturas.
Alimenta a descoberta do empenho e do prestígio.
Solidão:torres altas da vaidade incondicional.
Primordial personagem visível nos argumentos.
Extensão narrativa num desafio tumultuado.
Complexa jornada do deslumbramento solícito.
Argumento:itinerário,mosaico:metropolitano.
Com a morte da afetividade completa-se o envenenamento.
A extensão da escassez.
A entidade macabra das velhas verrugas.
Pinturas promissoras em conexão com a narrativa trágica.
Cativante destino,irritante imobilidade.
Reencontrar reflexões na investigação pedagógica.
Paisagem existencial,lenta e primordial a auto-estrada.
Discrepâncias assintomáticas cometidas.

Pinturas pedagógicas,extensas narrações.
Um simples itinerante desmoraliza o comportamento inverso.
Estranhos desafios,escassez existencial.
Narrativa dos reencontros retirada do ódio.
Festival primordial de afetividade e irritação.
Alimentada a complexidade da entidade.
Deslumbramento dos desperdícios.
Na avaliação da intuição a jornada primordial e assintomática.
A morte do inseto da insignificância.
A solidão metropolitana,a solidão desumana.
A jornada é primordial.
Retorno ao espaço estrutural das celas metálicas.
Personagem protagonista investiga e desmoraliza a celebração da irrelevância e da irreverência.
Parâmetros irritantes da interindependência metropolitana além-fronteira de mim mesmo.
Reflexões acometidas na cativante e afetiva existência da solidão.

Mobilidade em lugares de paisagem escassa.
Jornada de deslumbramento por esculturas coloridas expostas ao relento.
Empenho estranho de um indivíduo solitário.
Paralisia afetiva é a morte.
A estrada existencial da entidade enigmática.
O ódio dissemina a primordial discrepância da irritação.
Entidade:Mutare,sustentado pelo ridículo e pelo desperdício e pelo descartável.
Mosaicos simpáticos com junções primordiais de personagens secundários.
Lidam com o deslumbramento significativo da morte.
Visível destino afetivo completo o do reencontro.
Retorno promissor a jornada dos primórdios e dos princípios.
Argumentos sustentam a entidade existente:Mutare.
Argumentação retirada do empenho que alimenta o oposto da pedagogia complexa.
Parâmetros do colorido da estrada paralítica da existência esquizofrênica.


Jornada da inversão na pintura tumultuada e trágica do desprestígio.
Metropolitana conexão com altas obscenidades envenenam o comportamental.
Afetivas,acolhedoras festividades específicas e solícitas.
Trajeto da reflexão reencontrado na verossimilhança da existência do ridículo.
Sorriso extenso e primordial marcado de enigmas.
Personagem na cela,imobilizado,trancafiado,o desprestígio da simplicidade e da investigação.
Cativante e complexa,solitária a paisagem marcada pela secura dos dias.
Lugares de descontração e festival de reflexões com a entidade do desperdício.
Psíquico se fluxo estranho,tumulto no auto da lentidão fronteiriça.
Jornada do protagonista das engenhosidades e engenhocas.
Gentil conclusão impulsiva de um luto trágico e metropolitano.
Num conectar das avaliações musicais numa estrada que vai dar no nada.
Estrutural escassez de deslumbramento itinerário da anistia discrepante e indiscreta.
Espaço complexo das esculturas e a visibilidade das pinturas irritantes.
Irritações cometidas na intuição individual da plataforma sem importância.
Solidão:mosaico de estímulos na descoberta de Mutare,o mutante.