domingo, 23 de março de 2014

-sentir sentires sentidos-

Que ritma um ouvido de gosto desgostoso
mas instrumentalizado num toque a aprender
nunca infelicitará músicas de apreciadores do ser.
Que diga-se meu o que do mais até conheça
que musicado mais por uns do que por alguns
são poemas seus dulcíssimos.
Paz a se encontrar belezuras tantas,o meio.
Banho,um,dá-nos para aprontar nuvens de partida
a construir paisagens belíssimas.
E vida nossa na caminhada no nascer florido
floresta florada,uma,é arte,é caminho,é destino.

Das portas a se abrirem ia que alguém somente,
todas as portas abertas derrepente davam para ruas
eram ruas dos desmanzelos pelos poros castigados
uma pessoa,única,com sovacos suados,displicente.
Suspirou,amou-se que assim se amarrou,se olhou
se espelhou,se espalhou,se espantou,se culpou...
Caminho pelo deixar arrancou- o agilidades
para depois felpudar pantufas pantufeias.
Não felicidade,qu’entenda e ama,amadedigna
firmeza com modos pregada na tua tez.
Porta nova,uma,abriu de deixar o nuncatado.

Sentir pungir do cordoar as vibrações feitas
que teu gestículo,cada,a dedicatória deleita.
Emoção pura de abissais nuvens nessas fluídicas
possessões que direi possessivas.
Do muro moralista territorizando-no
que é aflição de farda e de fardo
do extraído ser poderoso e bastardo.
Saltit’alma minha a sentir sentires sentidos
carne minha a entreguei quando menina carnívora.                                                                                       Essência minha cavei fundo e muito
enraizada como uma herbívora.

Protege,busca amar quem ama-me.
Possamos viver nossas dificuldades momentâneas
nos consolando,nos confraternizando.
Com claridades desjejunícas para despertar
ao me sentar ensolarado.
Dolente corre que riacha
no florido jardim suspenso.
Natureza sua pois amar precisa
doçura inefável,alimento,sustento.
Amor,um,cadentestrelado
nas azulanças celestiais.
Piedosa mão encaminha na obscuridade.