sábado, 8 de março de 2014

Triste acorde violeiro.

André Francisco Gil.
08/03/14.

Instantes,carregar contente.Pedidos arrumados,guardados.Pareciam pouco tristes,restou violá-los.Fechou travessias,agradeceu curiosidades.Única respondeu:irmão feito,estalava na cama da maldade.Desconfiada cantava,atendia pastagens.Querida agonia.Cintura meio seca de conto graciliano.Começou custoso,tocava sorrisos num arado de exclamações.Escondia-se agarrada ao pão-instrumental devido a novela nordestina.Tristezas buscando tocá-las aprendeu comer preciosidades correndo nas poças de chuva quando esta tomava-lhe os olhos de alagremias.Nos erros ossudos da eguinha afinada que se tocasse quase chegava a arregalar as tentativas ligeiras de ganhar ressurreição a pobre criação.Céu de águas num chão de inteligências farinhadas,calejadas dedilhações numa viola despertadeira de sol,de sentir os pulos e as bolhas cozinhando as solas.Choro penoso de despedida.Amizade acerca de trabalho desgrudando da procura de um céu de piedade sem ponteiros que de surpresa prepara o aguaceiro.Tocava trabalho numa tarde educada onde alguém calava-se para tratar com alegria o destino de painho e mainha que apontava alegrinha os caminhos.Luta,amiga falada acabou continuada,prontificando demonstrações nordestinas de grandeza e rapidez.Entristeceu barris de elogios,sombra e sapato largo no pé.Feijão desgarrado do solo desgarrava-se do destino no alto do sertão animais chorosos que se tornavam fósseis de tão sequinhos.Percebera longe o esforço pedido num abraço de olhos alimentados de medo e fome numa viola familiar única a sustentar a esperança.Sustento apontava aprendendo e atendendo nos passos da atenção propagando carreiras na obrigação dos cuidados.Formaram-se fontes cantadas e tocadas na amada ajuda na mesa infeliz num semblante matutino.Estarrecedoras distâncias continuaram perguntando coisas de enxada e amanheceram cafeinados num indício que tornava relógio de miseráveis.Sobrevivência grudava no quarto e na hora de comer.Na hora de ajudar na doença levantou poeira,levantou tristeza,levantou para cair.Mas a viola dedilhada amenizava o sofrimento.As horas de dor eram esquecidas no ponteio seco.E nos olhos esbugalhados por serem secos como o chão rachado não caíram lágrimas porque estas secaram mas peidou de alegria como fazem os animais antes de morrerem.