sábado, 1 de março de 2014

A caligrafia do indecifrável.

A caligrafia do indecifrável.

André Francisco Gil
01/02/14.


Zona de elementos contíguos,inelegíveis:refugos
território de estruturas e palavras manipuladas
outras semioses pinceladas nada convencionais
domínio regrado de medíocres coesões
resquícios de cláusulas codificadas em tintas assémicas
escrita manuscrita,amálgama das metáforas multicadres
experimental reutilização das vinhetas multiformes
narrativa:o elemento irrequieto
a visão linear do diurno em molduras (objectos narratológicos)
poesia:mote da ortogonia com aspectos de desdobramentos
decifrar indentificáveis,não-protocolar lamentos
um bando de incorrigíveis e irreconhecíveis estilhaça as réplicas
figuras desenhadas em linguagens de luminosidade
capa cartonada:espácio-atemporal,abstracta livre
linhas recombinadas em padrões de imagens e caligrafias
na feitura espalha mútiplas experimentações
irreconhecível a interpretação súbita dos eixos
entre vincos e vínculos,hipóteses hipócritas
icônicas ressonâncias em complexo original
imagens em fusão constante confinando o natural
interpretáveis e hipotéticas multiplicidades dos personagens
iluminados desejos alheios cunhados em fragmentos nada usuais...

Refugos:resquícios de objectos,figuras,resíduos,naturais feituras
elementos enclausurados,emoldurados e confinados
linguagens de súbitas inconstâncias,zonas de tintas noturnas
legíveis decodificações diurnas,desenhadas e fundidas
contíguos assémicos,lineares atemporalidades da fusão
visão do espaço interpretado em estruturas multicadres
manipulação metafórica das dobraduras cartonadas das imagens
palavras:amálgamas e desdobramentos,capa dos personagens
aspecto de eclipse no território dos manuscritos
convencionais escritos,ortogonia reconhecível
mote multiforme da liberdade processada sem hipocrisias
lamentos abstractos em vinhetas hipotéticas
como as pessoas incultas são patéticas
pincel reutilizado,poesia recombinada nas hipóteses poyétikes
semioses não-protocolares,linhas vinculadas ao usual
outras experimentais identificações em padrões iluminados
a caligrafia do indecifrável
domínios irrequietos das réplicas dos imaginários fragmentos
estilhaços dos experimentos originais
elemento reconhecível espalhado na multiplicidade
hipotético,complexo graphein de múltiplos vincos
coesa narrativa com ressonâncias desejadas
entre icônicas feituras a luminosidade interpretável...



Natureza linear a recombinar o usual fragmento icônico
feitura assémica de poesia vinculada ao imaginário narrativo
feitura de réplicas de objectos contíguos com aspectos de alinhados
resquícios ambíguos de manuscritos originais desejáveis
refugos de experimentos em territórios irrequietos
confinados em espaço irreconhecível,domínios destroçados
visões não-protocolares das reutilizações ressonantes e dissonantes
emoldurados multicadres em ortogonias não regradas
enclausurado na estrutura da múltipla narratológica escrita
elementos interpretados de maneira coesa e convencional
espalha inconstâncias no processo imaginário
súbitas imagens hipócritas das semioses reconhecíveis
feitura da linguagens cartonadas livres com elementos de gnose
noturnas dobraduras,hipotético mote iluminado
tintas das metáforas multiformes em padrões complexos de luminosidade
zonas de grapheins não identificados
vínculos interpretáveis fundidos aos personagens
capa abstracta desenhada do experimental
entre lamentações e desdobramentos das codificações
palavras legíveis cunhadas em metais
fusão das amálgamas com vinhetas caligráficas a poemas concretos
atemporalidades ora indecifráveis ora bandidas
lineares eclipses das hipóteses medíocres,feias e incompreendidas...

Icônicos desejos:semioses,tintas,pincéis e oralidades medíocres
originam regras,imagens,luminosidades cunhadas nas hipóteses
fragmento original,súbito,regrado no graphein bandido
usual a ortogonia na feitura dos indecifráveis não identificados
recombinar os escritos emoldurados em outro eclipse
a ambiguidade multicadre dos elementos manipulados
linear resquício narratológico da gnose interpretável
natureza interpretável de múltiplos vínculos livres
narrativa irrequieta ao cartonar a poética legível e sensível
imaginário território de escritas,linguagens,personagens
vinculados a refugos estruturais de hipotéticas fondaziones
poesia enclausurada,estilhaços icônicos e não-lineares
no domínio iluminado da zona da atemporalidade
assémica reconhecível na coesão experimental dos motes
na feitura das dobraduras abstractas em espaços estranhos
entre confinados noturnos desenhos nada convencionais
feituras,ressonantes interpretações noturnas das capas
elementos interpretáveis espalhados na luminosidade
réplicas não-protocoladas entre outros procedimentos
reutilização das linhas na imaginação complexa da pintura feia
aspectos de inconstância em padrões lamentáveis do ridículo.
contíguos e reconhecíveis multiformes desdobramentos
palavras codificadas na metáfora semiótica da visão dos objectos...